9.º D

CARTAS DAS TRINCHEIRAS:

Hoje tu és a Ana, cujo irmão partiu como soldado para a I Guerra. Acabaste de receber uma carta dele a contar-te a sua vida nas trincheiras. O que escreverias na carta de resposta?
Irmão,
A tua vida é péssima nas trincheiras. Imagino como deves sofrer com o calor, a lama, a chuva, o gás…
Gostaria muito que não passasses por nada disso. Infelizes daqueles que iniciaram essa tortura. Porque não resolvem os seus problemas pelo diálogo? Já pensaste que tudo isto só trará mortes, destruição e mais desgraças?
Envio-te esta carta repleta de saudades.
Ana.

 Hoje tu és a Andreia, cujo irmão partiu como soldado para a I Guerra. Acabaste de receber uma carta dele a contar-te a sua vida nas trincheiras. O que escreverias na carta de resposta?
Respondia para ele vir porque estar na guerra é a pior coisa e perto da família estaria melhor.
Diria para não se importar com a sua vida financeira nem algo parecido, só queria que ele viesse para junto de nós. Se ele gostasse de estar lá, que ficasse e que pensasse bem na atitude que tomaria.

Hoje tu és a Joel, comandante na I Guerra. Acabaste de chegar das trincheiras e tens de fazer um relatório ao teu general. O que escreverias nesse relatório?
Eu escrevia que havia poucos recursos sanitários e higiénicos, também escreveria que as tropas precisavam de roupa lavada e de comida pois os ratos e os insectos roem as roupas e estragam a comida. Durante o combate perdi 200 homens mas nem um foi sepultado e o cheiro a cadáver perturba os soldados e atrai ratos e insectos, o que traz mais doenças.

Hoje tu és a Vítor, soldado na I Guerra. Acabaste de chegar das trincheiras e vais escrever uma carta à tua família. O que lhes escreverias?
Olá, Família querida, eu estou com muitas saudades vossas e escrevi-vos para vos dizer que saí hoje das trincheiras e tive tempo para escrever uma carta e escrevi-a.
Eu voltarei em breve. Vou voltar o mais depressa possível para vos voltar a ver.
Todos nós queremos voltar para casa e vamos tentar com que estejamos em casa o mais depressa possível.

Hoje tu és a Rui, soldado na I Guerra. Acabaste de chegar das trincheiras e vais escrever uma carta à tua família. O que lhes escreverias?
Pai, mãe escrevo-lhes esta carta para vos dizer que sinto muito a vossa falta e para dizer que está tudo bem comigo. Hoje o dia foi muito agradável o que é raro estou desejoso de voltar a casa. Os dias aqui passam muito devagar muita monotonia sempre em confrontos. É aterrador. É só isso que lhes tenho a dizer.
Beijos do vosso filho
Rui
PS Mãe, não ligues ao que eu escrevi porque nunca fui muito bom a escrever e sou pouco sentimentalista.

 QUANDO EU ENCONTREI A HISTÓRIA…

Ana Margarida

Eu comecei a interessar-me por História no 5.º ano. Interessei-me muito na parte dos Descobrimentos. Tinha muita curiosidade por saber quais os acontecimentos mais importantes dessa época, as figuras que se destacaram nessa época, a forma como se vivia nessa época…

Decidi fazer trabalhos de pesquisa que contribuíram muito para a minha nota. E a matéria foi evoluindo, até que cheguei ao 8.º ano e demos o Renascimento. Eu gostei muito desta matéria, porque falámos de pessoas célebres desse tempo, falámos também das suas obras, no geral, um pouco sobre as suas vidas.

Tivemos de fazer um trabalho de pesquisa sobre o Renascimento e gostei muito de o fazer. Achei a matéria interessante e espero continuar a gostar de História.

 

Ana Rafaela

A primeira vez que eu me interessei por História foi no 5.º ano, quando a minha stora me contou as histórias passadas, dos reis e rainhas, príncipes e princesas. Fiz uma visita de estudo ao castelo de Guimarães, ao Paço dos Duques e fiquei surpreendida, não acreditava que ali existiram reis e rainhas, que já houve muitas guerras, mortes, chatices com cidades, países, outros reis. Não consigo imaginar os reis e rainhas, príncipes e princesas vestidos com aquelas roupas brilhantes, belas, fora do normal, ricas, cheias de cor, riqueza, ou outras pessoas com as roupas rasgadas, sujas e é difícil de imaginar, às vezes ponho-me a pensar e nem acredito, pergunto-me se terá sido verdade, gostava de poder ter estado naquela época, mas só para ver, como seria todo aquele momento de riqueza ou pobreza, guerra ou paz, prisão ou liberdade, não sei, se gostaria ou não de viver naquele tempo, mas gosto do presente em que vivo.

 

Ana Rita

A minha primeira professora que me deu História foi a professora Natália era muito fixe. Dar História com aquela professora era excelente e ela explicava muito bem ao primeiro aquilo era muito seca mas passados alguns dias comecei a achar engraçado.

Comecei a saber como eram os tempos passados eram completamente diferentes dos de hoje.

 

Ana Sofia

A primeira vez que me encontrei com a história foi quando entrei pela primeira no castelo aqui em Guimarães. Todos aqueles objectos, toda a arte, o formato do tecto, enfim, tudo me fascinou. É simplesmente fantástico!

Questiono-me várias vezes, como tudo foi construído, como o conseguiram fazer e até com que materiais foram feitos.

Outro dos encontros que tive foi quando fui a Lisboa, vimos museus, monumentos, etc….

Tudo era magnífico, aquela arquitectura fascinou-me, tive muita curiosidade em saber muitas coisas, por isso pesquisei na Internet, mas não encontrei lá muita coisa!

 

Andreia

Eu nunca me fascinei pela História, apesar de ser muito curiosa sempre me interessei pela vida animal. A vida animal também tem a sua história mas adoro tudo que se baseia nos animais.

A minha primeira professora que me ensinou História foi a professora Natália muito fixe.

Também adorava desenhar ainda agora gosto, por este motivo gosto um pouco de História.

 

Bohdan

Quando eu estudava na escola primária a nossa turma visitava um castelo de armas antigas que era muito interessante e queria saber quem as usava, como é que se usavam.

Quando era mais pequeno o meu avô me falava sobre as guerras do passado.

 

Catarina

A primeira vez que me interessei por História foi quando comecei a ter um fascínio por castelos, então deu-me interesse em saber como é que elas existem e quem as descobriu.

Na igreja em S. Bento, na nova, ela é enorme e não tem desenhos, pinturas e assim como na primeira a ser construída, e todas as pessoas valorizam muito mais a antiga. Também já me pus a pensar o porquê de as pessoas imaginarem as “figuras” como as desenharam!

 

Cláudia

Foi quando estava no 6.º ano quando o meu professor falou que nos castelos havia cavaleiros.

E fiquei curiosa de saber se havia pessoas penduradas nas paredes presas pelos ossos achava fascinante.

Também fui com a minha turma toda a Braga e vimos um túmulo com uma pessoa lá dentro durante séculos e achei muito engraçado que o corpo estava preservado.

Quando vou à igreja acho fantástico os tectos pintados e imagino como os senhores a pintaram porque são umas belas pinturas que decerto demorou meses e meses.

 

Daniela

Eu encontrei-me com a História algumas vezes. Uma delas, foi quando fui visitar o castelo de Guimarães, pois, fiquei muito entusiasmada sobre este monumento e quis saber um pouco mais sobre a sua História, deste modo, pedi que me explicassem.

Outro dos meus encontros, foi quando fui a uma visita de estudo no 6.º ano, a Lisboa, esta cidade é muito rica em monumentos, e eu questionei-me várias vezes sobre a sua História, e quando me contaram, gostei bastante.

Porém, também me questionei, sobre a História dos objectos que nós utilizamos todos os dias e nem nos apercebemos que alguém teve que os inventar, e quando nos explicam isso nas aulas de História é fascinante.

Estas foram algumas das vezes com que me encontrei com a História, porém podia contar muitos outros.

 

Fátima

A única vez que me lembro dos meus encontros com a História é quando estou na aula de História ou quando estou a estudar para o teste de História.

Quando vi o castelo de Guimarães ou esculturas, perguntei-me quem fez aquilo.

 

Joel

Desde pequeno que sempre quis conhecer o meu avô paterno porque ele morreu tinha eu acabado de nascer e só o vi por fotos.

Quem foi o meu antepassado mais antigo?

Será que a minha família já foi nobre?

Quem construiu esta escola?

Qual foi a primeira palavra a ser dita?

A primeira arma de fogo?

O primeiro castelo a ser feito?

Queria conhecer Cristo.

Queria conhecer Moisés.

 

Márcia

Gostei da matéria do 7.º ano quando estávamos a dar a Pré-História, o Homem primitivo, a nossa evolução.

Quando eu andava na primária fiz uma visita de estudo ao castelo de Guimarães e nessa altura gostei depois com as complicações de ter que saber os reis não gostei lá muito. Mas às vezes penso como seria viver naquele castelo e como seria a vida.

 

Marco

A última vez que me lembro que me interessei por História foi quando entrei para sócio do Vitória Sport Clube e que queria saber se já tínhamos sido campeões, quantos sócios tínhamos, … etc. comecei a ir ver os jogos reparei que os clubes que o Vitória tinha rivalidade era o Braga e o Boavista, e queria saber porque não gostavam deles, mas não me deram uma razão lógica.

 

Patrícia

A única vez que eu encontrei a História foi quando comecei a ter essa disciplina, quando estou na aula e quando vou para o teste. E quando vou a passear pela cidade vejo monumentos e pergunto quem fez aquilo tipo o castelo de Guimarães, o Paço dos Duques.

 

Rui

A primeira vez que me interessei por História foi quando fui visitar o castelo de Guimarães. Fiquei fascinado por pensar que as pessoas tinham vivido naquele sítio maravilhoso. Fiquei muito excitado por pensar que anteriormente soldados tinham lá combatido. E por D. Afonso Henriques ter pisado aquele terreno.

Outro encontro que me fascinou foi quando comecei a falar de Leonardo da Vinci. Comecei a interessar-me por História por pensar que anteriormente tinha existido um génio. Fascinou-me porque ele era muito criativo e fazia muitas coisas ao mesmo tempo.

 

Vanessa

A primeira vez que me encontro com a História, foi quando fui a uma visita de estudo, no 5.º ano, ao castelo de Guimarães, ao Paço dos Duques e ao Museu Alberto Sampaio.

Estava bastante entusiasmada e com vontade de saber cada vez mais, achei aquilo tudo bastante interessante. Quando estávamos no castelo, o guia disse-nos que lá tinha vivido D. Afonso Henriques e a sua esposa, fiquei até com curiosidade de conhecer mesmo as tais pessoas que lá tinham vivido e até por um momento imaginei a corte a andar de um lado para o outro! Foi tudo bastante interessante. O castelo foi talvez o monumento que despertou em mim mais curiosidade, não achei o Paço dos Duques tão interessante. O Museu Alberto Sampaio também era fascinante, os túmulos de várias pessoas conhecidas, lá fizemos bastantes jogos, eu até me vesti como uma freira andava no dia-a-dia, pintámos desenhos à nossa imaginação de como eles se vestiam antigamente e também pensei como é que eles conseguiam sobreviver sem televisão, carros e muitas mais coisas!

O meu primeiro encontro com a História foi marcante.

 

Vânia

A primeira vez que me encontrei com a História foi no 5.º ano, a professora explicava o que era a burguesia, nobreza, falava dobre os reis, rainhas como viviam naquele tempo.

Como surgiram as guerras e os conflitos, ficava entusiasmada com a roupa que eles vestiam, os palácios cheios de cor, brilho, riqueza.

 

Verónica

A primeira vez que vi a História foi quando fui a uma visita de estudo ao castelo de Guimarães e aos Paços de Duques de Bragança. Tinha eu 9 anos de idade e a escola organizou uma visita de estudo, esta visita de estudo interessou-me de tal maneira que quando cheguei a casa fui logo pedir à minha mãe se ir podia ir. No dia seguinte lá fui toda contente com os meus amigos à visita de estudo. Foi tudo espectacular, era tudo maravilhoso, nunca tinha imaginado como era o castelo e o Paço dos Duques por dentro.

 

Vítor

Foi quando fui ao castelo de Guimarães e pensei como seriam as guerras no tempo em que o D. Afonso Henriques lutava.

Como ficava o sítio da batalha cheio de homens abatidos no meio do campo de batalha.

E os outros, os vencedores, como ficariam depois de ganhar a batalha entre eles e o povo do reino inteiro.

Será que no fim da batalha iriam festejar ou então iriam descansar cada um para os seus aposentos no castelo.

Mas como ficariam os povos dos outros países derrotados pela fúria de quem lutava contra eles entre a batalha perdida.

 

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