9.º B

 

Imagina-te um habitante de Lisboa no dia 25 de Abril de 1974. Descreve a reacção que terias face á revolução que acabava de acontecer.

 

Se eu estivesse em Lisboa no dia 25 de Abril de 1974, provavelmente no início da Revolução não iria compreender o cenário em que me encontrava presente, mas, depois de compreender tudo, iria me aliar aos militares, pois era essa a causa que defendia e o futuro que procurava que até ali parecia ser uma utopia. Como eu, muitas pessoas entraram numa onda, envolvente de felicidade extrema. Todos, melhor, quase todos apoiamos o golpe militar pois queríamos falar e andar na rua sem medo de sermos censurados, queríamos liberdade e queríamos paz em vez da guerra colonial, pois os nossos entes queridos na maioria das vezes iam para a guerra e já não voltavam.
Ainda bem que existiu o golpe militar de 25 de Abril de 1974.
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Se eu fosse uma habitante de Lisboa no dia 25 de Abril de 1974, a minha reacção provavelmente seria de alegria, apoiando sempre a revolução, mas por outro lado, seria de medo porque não sabia o que iria acontecer nesse dia, mas talvez sentisse um pouco de ansiedade para que tudo acabasse o mais rapidamente possível e com os “nossos” objectivos alcançados de preferência, a ditadura, a guerra colonial e o atraso económico do país.
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Se eu fosse uma habitante de Lisboa no dia 25 de Abril de 1974, a minha reacção era de alegria, apoiando a revolução, que a revolução acabasse rápido, que houvesse liberdade, democracia. Mas também podia haver receio porque não se sabia o que ía acontecer. E principalmente queriam acabar com a Guerra colonial e com o atraso económico do país.
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Se eu fosse uma habitante de Lisboa no dia 25 de Abril de 1974, eu certamente iria festejar para a rua junto com os soldados e outras pessoas. Ficaria tão contente que até era capaz de gritar, de sorrir, falar bem alto. Ficava tão contente que até era capaz de cometer loucuras que antes não podia fazer ou até dizer asneiras. Eu de certeza que ficava muito feliz e seria um dia tão especial que nunca mais me ía esquecer desse tão desejado dia. Também ajudava a distribuir cravos por toda a gente que ainda vinha para festejar.
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Se eu estivesse no dia 25 de Abril de 1974 estava feliz porque os soldados saíram à rua para acabar finalmente com a ditadura.
Para mim seria um alívio viver em paz e com liberdade.
Não havia polícia política em todos os cantos a espiar-nos.
E também acabou-se com as guerras coloniais.
Este dia, foi um dia de festa e animação.
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Se eu estivesse em Lisboa no dia 25 de Abril, na Revolução, eu apoiava porque queria liberdade, que as colónias ficassem independentes, que houvesse igualdade de direitos, que não houvesse polícia política, que acabassem com a guerra colonial, houvesse democracia, que desenvolvessem o país.
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Se eu estivesse em Lisboa no dia 25 de Abril de 1974, eu sairia à rua para festejar o fim da ditadura e para festejar o regresso da liberdade. Eu sentir-me-ia muito contente por a ditadura ter chegado ao fim.
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Se eu estivesse em Lisboa no dia 25 de Abril de 1974, eu ajudaria os soldados portugueses na revolução pois eu também gostaria de acabar com a ditadura, porque pelo que conheço era demasiado exagerada, queria também acabar com a guerra colonial, pois Salazar mandava soldados escusadamente, para as colónias, sendo para eles morte certa e também gostaria de desenvolver o país, aliás, o atraso económico do país português é demasiado grande, relativamente ao resto da Europa, em base da agricultura, indústria e educação.
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Se eu estivesse em Lisboa no dia 25 de Abril de 1974, eu estaria contente, feliz, porque deu-se o fim da ditadura em Portugal e a guerra colonial também teria terminado.
Mas o que a Revolução tinha originado mesmo tinha sido a liberdade e por isso o país ficou todo contente.
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Se eu estivesse em 25 de Abril de 1974 ía festejar para a rua para ter liberdade.
Uma das razões porque eu ía era para ter a democracia, acabar a guerra, dizer o que penso sem ser preso.
Se fosse por mim acabar para sempre com a ditadura, porque quem manda é o Povo e não o Presidente.
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Na tua opinião, qual é o melhor regime para Portugal, monarquia ou república?
Que argumentos usarias se te pedissem para defenderes esta tua opinião?

 

Ana Rita
Na minha opinião o melhor regime para Portugal, é a república porque, nós é que escolhemos o representante de Portugal, o cargo não é vitalício, tem um tempo limitado de mandato, o ensino passou a ser obrigatório e gratuito para o ensino básico, o que baixou a taxa de analfabetismo, separou-se o Estado da Igreja, passou a ser obrigatório o registo civil…

 

Fábio
Eu escolhia a república, pois na monarquia o rei tem poder absoluto e não o podemos escolher. Enquanto que na república podemos escolher entre vários candidatos.

 

 Flávio
Na minha opinião o melhor regime para Portugal é a monarquia porque na república os políticos prometem coisas na hora das eleições e depois não fazem nada, só sabem roubar os portugueses.

 

 Rafael
Na minha opinião o melhor regime para Portugal era a monarquia. Eu penso que a república fez pior a Portugal, enquanto a monarquia estava a levar Portugal para a frente.
 

 

Márcio
Eu, na minha opinião, apenas posso dizer que prefiro a república. Porque nunca vivi na época da monarquia, pois ninguém tem o direito de me tirar a liberdade a não ser que faça algo que prejudique alguém, mas isso é outra coisa. Eu também acho que é melhor a república pois podemos sempre escolher outro representante.

 

 Cristiana
Na minha opinião o melhor regime para Portugal é a república. Para defender a minha opinião eu fazia manifestações e usava cartazes.

 

 Lígia
República porque com a monarquia o cargo de rei é vitalício e com a república é através de eleição, mostrando assim os nossos direitos em podermos votar e tomar nós as decisões que podem ou não ser melhor para o país.

 

 

 

Respostas

  1. Eu acho que para resolver a Guerra é preciso falar e negociar mesmo sendo difícil deve-se tentar porque se partirem para a violência haverá um que sairá derrotado. E como ninguém não quer ser derrotado partirá para a vingança assim o problema nunca será resolvido.
    A SDN quer pôr estas ideias em prática levando os países a resolver os seus “problemas” diplomaticamente, pelo diálgo.

    Sara, e para a nossa experiência diária, por exemplo nas relações sociais entre as pessoas aqui na escola, este teu raciocínio também se aplica? Deverias ter respondido junto do post.

  2. Para mim a História é importante porque ajuda-nos a perceber de forma mais clara o passado, e às vezes também nos pode esclarecer alguma dúvida sobre o presente.

  3. Durante a 1ª Guerra Mundial foram as mulheres quem foram trabalhar para assegurarem a produtividade do país, nas fábricas e nos campos. E saíram-se muito bem e provaram que tinham tantas capacidades como o homem. Por isso, com o final da 1ª Guerra as mulheres lutaram pelos mesmos direitos que os homens, nomeadamente o voto e o direito a trabalhar, sair à noite, usar roupas mais praticas. O movimento sufragista e feminista são exemplos da emancipação feminina (exigências das mulheres).

  4. A História é muito importante para perceber o que se passou antigamente e também agora. principalmente o que se passa com o nosso país economicamente agora no presente mas também no passado.

  5. Na minha opinião a disciplina de História é importante para sabermos o que aconteceu com os nossos antepassados sobretudo o que se passa economicamente, politicamente, etc. Também conhecemos a História do nosso país e muito mais coisas.

  6. 1-Existe de facto algo contraditório na imagem entre o plano de fundo e o plano principal. Nota-se que o plano de fundo é anterior ao plano principal pois mostra-nos as excelentes condições de vida dos anos 20 em contradição com as más condições de vida por que atravessa a maior parte da população após a crise.
    «duas classes sociais»
    Lígia, não faz muito sentido usar o conceito de classe social neste contexto. Não queres sugerir outro título?

    2-As soluções para a crise são:
    -EUA: Optaram por resolver a crise de uma forma democrática;
    -França:Optaram por dar aos trabalhadores férias laborais, reduziram o horário de trabalho e isto levou a que a taxa de desemprego diminuisse ;
    -Inglaterra:Regeu-se por política de extrema esquerda como os anteriores países referidos,.

    Lígia, não percebeste bem as medidas tomadas por estes países para ultrapassarem a crise. Volta a estudar e depois dá uma nova resposta. Pode ser? :)

  7. A matéria que mais gostei de dar na disciplina de História foi a arte e também achei essa matéria fácil mas saiu pouca coisa das artes no teste!

    Flávio, como os temas de arte do século XX serão aprofundadas em trabalhos de pesquisa, foram tratadas de forma mais superficial nas aulas.

  8. A matéria que eu acho mais interssante é a que estamos a dar agora nas aulas é muito interssante para nós sabermos como está o nosso país.

  9. A matéria que eu acho mais importante é a que nós estamos a dar agora nas aulas para perceber a crise no nosso país.

  10. Humberto Delgado- periodo do estado novo
    Salgueiro Maia-25 de abril
    Mário Soares- 25 de abril
    Marcelo Caetano-periodo do estado novo
    Álvaro Cunhal-25de abril
    José Afonso-25 de abril
    Américo Tomás-25 de abril

  11. Humberto Delgado é do Estado Novo.
    Salgueiro Maia é de 25 de Abril.
    Mário Soares é de 25 de Abril.
    Marcelo Caetano é do Estado Novo.
    Álvaro Cunhal é de 25 de Abril.
    José Afonso é de 25 de Abril.
    Américo Tomás é de 25 de Abril.


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